Alagoas - A Série D do Campeonato Brasileiro foi encerrada com a 7ª pior média de público da história e tendo 70 dos seus 96 clubes com déficits, segundo levantamento do Sr. Goool. Isso mesmo! Nada mais, nada menos do que 72% dos participantes pagaram para entrar em campo na última divisão nacional.
Com o acesso garantido à Série C e vice-campeão da Série D, o ASA registrou o 13º maior rombo da edição 2026. O clube alagoano atuou dez vezes como mandante e amargou déficit de R$ - 138.262,04. A cada partida em casa, o ASA teve que pagar, em média, R$ 13.826,20."Estou muito orgulhoso (pelo vice) e não poderia deixar de agradecer à CBF pela estrutura montada e reorganização, o que deu dignidade à competição. Isso é muito importante. Ficamos muito felizes de fazer parte da primeira final desta nova formatação, que dá sustentabilidade aos clubes", disse Rogério Siqueira, presidente do ASA, ao site da CBF, sem mencionar o déficit nas contas.
Sem falar que 70 dos 96 participantes terminaram com déficit na renda líquida
Leia a notícia completa"Quero exaltar o trabalho que a CBF tem feito sob a capitania do presidente Samir e sua gestão. Tivemos uma Série D completamente renovada, que passou de 64 para 96 clubes, dando mais oportunidade para equipes do cenário nacional. Isso é fomento, é desenvolvimento. Foram 610 partidas, 100 a mais do que no ano passado. Ou seja, uma série de impactos positivos", disse Julio Avellar, diretor de Competições da CBF, se mencionar o rombo na conta dos clubes.
Do outro lado...
Apenas 26 dos 96 clubes da Série D terminaram no azul. O campeão Uberlândia, que é SAF, garantiu a maior arrecadação com ingresso. Em 11 jogos ao lado da torcida, o clube mineiro embolsou R$ 2.740.900,97. O ABC, outro clube que garantiu acesso, terminou na vice-liderança com renda líquida de R$ 827.790,68. O Treze, mesmo sem subir para a Série C, completou os três primeiro lugares com montante de R$ 493.853,97.